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A Das Bard foi feita somente 12 Unidades e distribuidas inclusive para os integrantes do Blind Guardian!

Blind Guardian em Curitiba - 2015, camarote Blind Guardian Brasil.

Saiba o que rolou no show de Curitiba/PR em 2015.

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16 de setembro de 2011

Mistérios por trás das capas



A Nuclear Blast foi à casa de Felipe Machado Fernando (autor de algumas capas do Blind Guardian, Rhapsody of Fire e Iced Earth) entrevistar o artista colombiano que elaborou a capa de At The Edge of Time, confira abaixo como foi:

NB: Desde quando você conhece o Blind Guardian?
Felipe:Eu sou o fã número um do Blind Guardian! Em 1995, um amigo meu me chamou e disse: "Cara, eu acabei de descobrir uma banda semelhante ao Helloween e ao Rage e o cantor realmente destrói! É como uma mistura perfeita entre power metal e thrash... Você tem que ouvi-lo!!". Depois eu fui a uma loja de CD aqui em Bogotá (Colômbia) e pedi ao proprietário para me mostrar alguns CDs Blind Guardian. Então, toda vez que meus pais tinham alguma viagem de trabalho, eles já sabiam que a melhor coisa para trazer de volta para casa era qualquer CD novo do Blind Guardian que faltava na minha coleção. Eu comecei imediatamente uma onda de inspiração da arte do Andreas Marschall e decidi: "Ei, é isso o que eu quero fazer da minha vida!".

NB: Qual tipo de pequena colaboração aconteceu entre você e o resto da banda?
Felipe: Há sempre um monte de idéias que vem com eles e eu respondo com a minha versão da arte. Eu acho que Hansi e a banda tem um conceito muito claro e direcionado na elaboração das capas, então é sempre uma negociação. Eles são a banda mais legal de trabalhar porque quando chegou a hora de criar a capa do single de "A Voice In The Dark", depois de alguns testes Hansi mencionado, "Basta pensar em algo que poderia combinar com a vibração da banda e me surpreender.". Então, eles sabem como a confiança e encorajar o que eu poderia criar. O conceito capa do CD foi principalmente a idéia da banda. Para a arte interior de cada música, sempre houve idéias de todos. E sim, este será o primeiro booklet do Blind Guardian que é totalmente ilustrado.

NB: Você teve a oportunidade de ouvir alguma das músicas novas antes de vir com idéias para a capa do álbum novo?
Felipe: Não. Eu queria ter tido. Devido à quantidade de trabalho que uma produção para o Blind Guardian leva, a direção de arte e criação foi simultânea à gravação e à mixagem, mas as direções da banda eram muito claras e narrativas.

NB: Encapuzados e figuras de dragões estão em destaque em capas de álbuns anteriores do Blind Guardian. Era obrigatório você incluir os dois para a arte da capa?
Felipe: Um dragão é sempre bem-vindo em qualquer arte do Blind Guardian. Para aquela criatura, ficou bastante claro que teria uma forte presença na capa do novo CD desde o último CD ao vivo em que aparece o cara de capuz, também conhecido como The Blind Guardian não aparecer com destaque, mas em segundo plano. Cara, eu amo o mistério que aquele personagem tem! Então, eu secretamente incluí The Blind Guardian na base das escadas da pirâmide e a banda achou que ele deveria ficar lá desta vez. Eu sempre senti que ele é o único segredo contando o conto da arte da capa, viajando a cada novo mundo. Eu acho que ele é muito legal porque qualquer fã pode ser representado por ele. Para algumas partes deste novo CD e obras de arte do single, quando ele aparecer você pode ver os anos se passaram em sua longa barba e cabelos brancos saindo do capô.

NB: Houve um tema que você queria unir?
Felipe: A direção da arte da banda deu-me sempre a intenção de promover mistério e algum tipo de narrativa secreta. Eu vejo isso como um palácio onde diferentes linhas de tempo se entrelaçam e onde algo muito importante está para acontecer, seja no início da história ou no final. É assim que eu vejo o elo com o título do álbum.

NB: A "pirâmide" parece que está levantando-se para fora do oceano. Foi esta intencional?
Felipe: Um oceano de areia eu espero, né? Acho que poderíamos pensar que o tempo passou sobre a pirâmide?? Tudo o que sei é que eu amo todas as interpretações loucas das crianças criam a partir da capa, e eu acho que isso é o que heavy metal e capa do Blind Guardian deve fazer.

NB: O que os guardiões representam para você e o que eles estão protegendo?
Felipe: Acho que eles estão protegendo uma reunião secreta no interior da pirâmide entre o anão segurando o saco com moedas de ouro de "Follow The Blind" e seus amigos os Goblins bebericando cerveja no fogo em "Tales From The Twilight World", que também convidou o tocador de gaita de fole e seu corvo de "Somewhere Far Beyond". Se eu estou correto, todos eles estão ouvindo contos do Sandman, enquanto Lúthien do Nightfall in Middle-Earth dança.


Blind Guardian em Porto Alegre, por Mônica Dobbert



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Hey \o , eu sou a Mônica, moro em Santa Maria – RS, e vivi um dos melhores dias da minha vida em 6 de setembro, na capital do Rio Grande.
            Conheci os bardos há um bom tempo, mas escutava apenas músicas mais ‘clássicas’, a paixão começou a mais ou menos um ano. Quando soube do show no Brasil pensei: “mais um show maravilhoso que irei perder”, pois estava totalmente sem grana. Porém, ali por meados de julho eu consegui uma bolsa de trabalho na faculdade, e consegui comprar meu ingresso, no quarto lote, daí em diante foram alguns meses de muita expectativa.
            Fui com a excursão até Porto Alegre, chegamos lá por volta das 17 horas. As 18 os portões já foram abertos, e pouco antes das 19 horas a banda de abertura Magician subia ao palco, era uma banda boa, mas eu queria mesmo era ver Hansi, Marcus, André e Frederik.
Exatamente as 20 horas, sobem ao palco os alemães que iriam emocionar o público, e se emocionar também. Começa Sacred Words, em seguida (mas não exatamente nessa ordem) veio Bright Eyes, Fly, Majesty, The Lord of The Rings, entre outras ... mas foi ao som de Valhalla que o público gaúcho mostrou sua força e impressionou os bardos, Hansi parou de cantar e o público continuou repetindo o refrão por uns dois minutos mais ou menos. Os bardos dizem que o show acabou e se retiram do palco, deixando o público a gritar ‘Mirror Mirror’, mas logo eles retornam e tocam The Bard’s Song, que pra mim foi a melhor música do show, minha preferida, é simplesmente impossível dizer o que senti ao ouvi-la ao vivo, fecharam com chave de ouro tocando a tão pedida Mirror Mirror. 
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Mas o show não acabou por aí, André super atencioso, ainda saiu para tirar fotos e dar autógrafos.
Depois disso, posso dizer que acabou, voltei de excursão para casa e ainda não consigo acreditar que vivenciei tudo isso. E já espero ansiosa a volta dessa grande banda para o Brasil!

15 de setembro de 2011

Blind Guardian em São Luiz, por João Luiz

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Era 07 de Setembro de 2011, feriado nacional, Ana, minha esposa, minhas duas amigas, Malú e Aline e eu partimos para fazer história em nossa cidade e viver um dos momentos mais felizes de nossas vidas: Ir finalmente ao Show do Blind Guardian.

Morar no Nordeste é uma alegria sem fim, não troco minha terra - Teresina/PI - por nada nesse mundo, mas sofremos bastante no quesito grandes show de Metal. Ano passado ficamos sabendo que o Blind faria sua turnê novamente na América do Sul para seu mais novo álbum. O Brasil sempre escolhido como sendo um país com elevado número de fãs da banda não poderia ficar de fora. Dessa vez, a banda resolveu ir mais além, tocar no norte do país. A cidade escolhida: São Luís, a capital do imenso Maranhão.

Ela foi escolhida porque a cidade está se tornando um centro de grandes eventos do estilo. Já tocaram por lá a DORO, Primal Fear, e até Scorpions. Algo muito bom, pois só nós sabemos o quanto é distante tudo aqui para o resto do Brasil, mesmo de avião.

Pegamos o voô 16:30 saindo de Teresina para São Luís. Ao subirmos no avião o mundo parou: A Banda e seus técnicos estavam nele. O mais legal é que eu estava com uma camisa com desenhos indiano e o André olhou para ela por bastante tempo, foi por causa disso, que descobri que dali em diante aquela viagem seria algo inesquecível para todos nós.Tiramos fotos e pegamos autógrafos. A gente fica nervoso nessas horas, sabiam? Hahaha

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O pessoal recebendo a banda no Aeroporto de São Luís/MA (Fonte vermelha) cantando 'The Bard´s Song - In the Forest'
 



O show foi dia 08, local mudado do Batuque Brasil para o Patrimônio Show, localizado no Centro Histórico de São Luís. A produtora que trouxe a banda (Lamparina Produções) só começou a entregar os ingressos para aqueles que compraram pela internet depois das 16 horas, mas correu tudo bem. O local é bem localizado, climatizado. O Show começou 21 horas, mas chegamos antes porque teria um Banquete Medieval para quem comprou camarote. Ao entrarmos a mesa desse Banquete Medieval só restavam ossos e farinha de um Leitão assado. E olha que a gente entrou logo. Mas achei legal pensarem algo assim, só erraram em pensar que headbanger come pouco.

Não houve banda de abertura, o Blind começou o show 21 horas e depois disso, eu não me lembro muito do que aconteceu. As lágrimas caíram em praticamente todas as músicas, mas eu lembro mais ou menos e não nessa ordem quais foram as faixas tocadas:

- Majesty, Nightfall, Valhalla, The Lord of the Rings, Tanelorn, Traveller in Time, Time an Stil, Sacrade Worlds, Imaginations.., Mirror Mirror e fechando com The Bard´s Song. Todas a músicas foram cantadas em coro pelo público que não passou de duas mil pessoas, mas o pessoal estava tão empolgado que parecia que éramos dez mil. The Bard´s Song foi tão impressioante que a banda parou e ficou olhando nós chorando e cantando ela, pois não foi somente eu que chorei, quase todo mundo tava chorando nessa hora.Tem mais faixas, mas não consigo lembrar delas, alguém lembra e coloca nos comentários!


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Foi um show de duas horas que passou rapidinho, a interação de Hansi com o público foi algo que somente quem estava lá pode dizer realmente qual foi a sensação, a banda é impressionante, não erram e tocam com uma energia contagiante. Era também aniversário do Marcus Siepen e o pessoal de São Luís fez uma surpresa cantando 'parabéns para você' e jogando balões no palco. Hansi arranhou algumas palavras em português e apesar de parecer velho, pois ele tá velho mesmo, canta com bastante folêgo e poder. Hansi Kürsch é o Poder, não adianta. O local do Show não é feito para shows de Metal, a acústica no começo estava horrível, mas depois foi melhorando, mesmo assim, o som não foi limpo. Esse foi o defeito do show.

Fãs vieram de várias partes do Norte e Nordeste. Belém, Recife, Teresina, Maceió e evidente os fãs de São Luís. Se tiverem oportunidade visitem essa capital tão bonita, o centro histórico é muito bonito e conta toda nossa história. O show foi supremo, mas ter conhecido São Luís também foi algo que valeu a pena.

Espero que a banda tenha gostado da gente do Norte, pois todos nós gostamos do show e entrou para a história para uma região tão esquecida como é o Norte e Nordeste do Brasil. E o melhor de tudo, tem público. Unidos e felizes, pois não aconteceu nada  nem fora ou dentro do espaço para dizer que headbanger é agitador e causador de confusão. Tudo na paz e harmonia, pois só queríamos ouvir nossa banda preferida.

Agradecer ao Marlon por deixar eu escrever como foi o show, desculpa se está cheio de emoção, não podia ser diferente, não sou reporter, sou apenas um fã de metal que realizou um sonho. Valeu, Marlon!

Pikachu Sama.

13 de setembro de 2011

Tales from Via Funchal


Hey folks! Eu sou Mirella Fernandes, faço parte da equipe do BG Brasil e vou falar um pouco sobre a minha experiência no show de SP. Conheci a banda há uns 2 anos e foi amor à primeira audição. Fiquei maravilhada com as letras, as capas, os riffs e a poderosa voz de Hansi, de cara se tornou minha banda preferida. Enquanto assistia videos pelo youtube, pensava "imagina ver os caras ao vivo, de pertinho! D:", impossível. Eis que os bardos anunciam as datas dos shows no Brasil, meu coração pára. Comprei meu ingresso quando mudaram o local do show para o Via Funchal, Pista Premium, e fiquei na contagem regressiva para realizar meu sonho. A princípio ia sozinha, mas meu namorado disse que poderia me acompanhar, então comprei o dele um mês depois. Chegamos em São Paulo 9:30, e ainda na sala de desembarque do aeroporto de Guarulhos fiquei vigiando para ver se dava sorte de encontrar os bardos por lá, mas não deu xD. Pretendia chegar na fila antes de 12:00 para garantir meu lugar na grade, mas não foi possível. Graças ao Blind Guardian fiz boas amizades, e foi por causa de uma delas que fiquei na frente do Marcus durante todo o show. Cheguei na fila quase 18h mas o meu querido bardo Rômulo estava guardando meu lugar no inínio da fila, serei grata a ele eternamente. Bom, fila de show é sempre divertida e animada, talvez para disfarçar a ansiedade... Logo quando entreguei meu ingresso e fui revistava saí correndo que nem uma desesperada, e segundos depois cheguei na Pista Premium. Lugar privilegiado, como disse o Rômulo, agora era só aguardar. 22:00h e a intro de Sacred Worlds começa a tocar. Gritos ecoam no Via Funchal, e eu pensava "CARAMBA, É AGORA", mas não dava pra acreditar. Fred, Andre e Marcus entram e os gritos aumentam, mas quando Hansi aparece todo animado os fãs deliram, inclusive eu que nunca tinha ido à um show do Blind. "The realm's bleeding..." e as lágrimas começaram a rolar, foi inevitável. Era surreal, inacreditável, minha banda preferida ali tocando, na minha frente... Confesso que gostaria que tocassem The Last Candle e Somewhere far beyond, mas amei, cantei todas as músicas e ainda tive a sorte de ficar com a set-list do Hansi. Quase não acreditei quando começou a rolar os primeiros segundos de Wheel of Time, pois é a minha preferida do At the Edge of Time e pensava que eles nunca iam tocá-la num show que eu fosse. Mal podia crer no que tinha acabado de acontecer... "This is no illusion, it's real!..." *-* Então, é isso aí. Peço desculpas ao pessoal que talvez tenha ficado com raiva por eu ter furado fila, mas na minha situação você faria o mesmo que eu sei ú.ú
Would you believe in a night like this, a night like this when visions come true? ♥

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BARDS WE ARE, BARDS WE WILL BE!!

11 de setembro de 2011

Contos sobre o show de Curitiba

Para todos aqueles que acompanham o nosso blog vou me apresentar, meu nome é Aline, sou uma das autoras do Blind Guardian Brasil e contarei para vocês como foi a minha longa jornada para chegar até o show dos bardos em Curitiba - PR. Assim que foi anunciado os preços dos ingressos eu providenciei o meu, há longos 6 meses. Desde então fiquei em contagem regressiva para o dia 10 de setembro chegar. Porém ocorreram alguns imprevistos, moro na cidade catarinense de Blumenau, e para quem não sabe no dia 8 d setembro deste ano, ocorreu uma grande enchente aqui.
Rio sobrecarregado.
O nível do rio (Itajaí-Açu), que em sua normalidade é de 4m chegou a incrível marca de 12,60m em dois dias. Grande parte da cidade foi alagada, minha rua, o centro da cidade e a maioria dos bairros. Consegui tirar as coisa de dentro da minha casa com a ajuda de minha família e do meu noivo e sempre serei muita grata à todos que deixaram de fazer suas coisas para ajudar não só a mim, mas como todos as outras pessoas que precisaram de ajuda. Solidariedade prevalecendo! Como iria sair de excursão daqui, pensei que ela não ocorreria, pois as estradas estavam alagadas e havia deslisamentos em alguns pontos.

No dia seguinte, fui avisada pelo organizador da viagem que haviam achado um caminho alternativo e que poderiamos ir sim para o show, só que saindo do interior da cidade. Feito isso, fomos em direção a Curitiba, passamos por partes da estrada em que só veículos grandes poderiam continuar, pois a água havia tomado conta de tudo. Depois de tudo, nos foi cumprida a promessa. Chegamos no final do show de abertura (os paulistas da Ancesttral). Meia hora depois, com a magnífica Sacred Worlds o Blind Guardian começou o seu show.

Hansi em Curitiba.
Um repertório incrível, das músicas de seus dois últimos álbuns passando por seus clássicos, e seu incrível coral quando se trata de The Bard's Song - In the Forest. Nossa volta foi mais tranquila, ainda que passando por um trecho alagado no caminho. É isso gente, agora é trabalhar na reconstrução da cidade e na limpeza das casas. E gostaria de agradecer em nome de todos os blumenauenses à todos que se preocuparam com as notícias e também àqueles que ajudaram o povo da cidade.


Mais fotos aqui!

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10 de setembro de 2011

Blind Guardian no Brasil - Você foi?

Boa tarde galera, você foi em algum show? quer compartilhar como foi? manda pra gente resenhas, fotos, videos...etc.

Os créditos serão adicionados, observações do autor, etc.

mande para:  contato@blindguardianbrasil.com.br

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Videos do Show em Porto Alegre

Segue abaixo os videos do show em Porto Alegre:


Sacred Worlds


Welcome to Dying

Nightfall


Fly

Time Stands Still (at the Iron Hill)

 Majesty

Bright Eyes

Ride into Obssession


 Lord of the Rings
 Valhalla

And Then There Was Silence

Imaginations From the Other Side

The Bard's Song - In the Forest
 Mirror Mirror

8 de setembro de 2011

Aniversário de Marcus Siepen

Marcus SiepenEm 8 de Setembro de 1968, nasce um dos melhores guitarristas que o Metal conhece, Marcus Siepen.

Happy Birthday Marcus!

6 de setembro de 2011

Videos do Show no Rio de Janeiro

Segue abaixo os videos feitos por fãs do show do Blind Guardian no Rio de Janeiro dia 04/09/2011:


Sacred Worlds
Nightfall
Traveler in Time
Mordred's Song




Valhalla
Lord of The Rings
 The Bard's Song
 Welcome to Dying
Imaginations From The Other Side 

Fonte: cmm Blind Guardian Brasil