#copiright

22 de janeiro de 2012

Pequena contribuição da Europa


Hail bardaiada! Ham... um fã de Barcelona chamado Tomas Catalan Stewart nos enviou esta análise pelo facebook para que publiquemos aqui no BG Brasil. Ressaltando que não há nenhuma alteração do texto que ele nos enviou, confiram aí:

"O Blind Guardian disse que o power metal atingiu seu auge na década de noventa, e eles mantiveram o gênero durante essa década, estabelecendo-se como pilar do heavy metal no velho continente. Quando role-playing game (RPG) e a literatura de fantasia foi conteúdo exclusivo de geeks solitários, antes do surgimento da Internet para unir a todos, o Blind Guardian já o fazia, criando músicas com histórias sobre O Senhor dos Anéis, romances de Stephen King e Michael Moorcock. A banda de Krefeld foi à frente da internet e fóruns de histórias de fantasia medieval, reunindo jovens que cantavam suas letras sobre dragões, princesas e Hobbits, pegando neste ponto o legado de Dio e Rainbow. Com o apoio de Kai Hansen (Helloween, Gamma Ray, Unisonic), uma lenda do metal alemão, Hansi Kürsch e sua família subiam os degraus de sua fama, Battalions of Fear (1988) Somewhere Far Beyond (1992), seu quarto álbum, em que começou a forjar seu próprio estilo aonde iria consolidar suas duas obras seguintes e clássicos do gênero: Imaginations From the Other Side (1995) e o poderoso Nightfall in Middle-Earth (1998), seu trabalho conceitual sobre O Silmarillion, J.R.R. Tolkien. Quando a banda estava firme, também se atreveram a experimentar e criar controvérsia entre os fãs, inclinando-se para um power metal mais épico com coros em A Night at the Opera (2002), que para muitos é o
seu melhor álbum. Suas duas faixas posteriores permaneceram entre o som barroco e
experimental, e um som clássico exaltado. Mas sempre no topo de referência.

Esta compilação dupla é um bom começo para quem quer ouvir o Blind Guardian pela primeira vez, embora seja mais uma revisão de seus primeiros dias, provavelmente com a intenção de proporcionar melhor som para as faixas antigas (exceto para o mais recente). Com seu som épico, seus coros majestosos e acompanhamentos orquestrais, É ideal para apresentá-lo e viajar bem em um mundo mágico ou em um concerto de alta tensão."


Bom... é isso aí galera!

BARDS WE RE, BARDS WE WILL BE!
Follow the Guardians!

Comentários
3 Comentários

3 Bardos comentáram, comente!:

Caro Tomas, você foi exato e curto!
Muito bom o texto. Ótimo para quem não conhece o BG e precisava de um ponta-pé inicial para coloca-lo no playlist!
Excelente!

Gostei! Realmente, é um ótimo álbum inicial para quem não ouviu os Bardos ainda.

Gostaria de saber de onde vocês tiram essas capas novas, são oficiais ou de fãs? mto boa a matéria.

Postar um comentário

Faça um colaborador feliz, comente: