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A Das Bard foi feita somente 12 Unidades e distribuidas inclusive para os integrantes do Blind Guardian!

Blind Guardian em Curitiba - 2015, camarote Blind Guardian Brasil.

Saiba o que rolou no show de Curitiba/PR em 2015.

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Blind Guardian, isso é PODER!

Blind Guardian é a maior e melhor banda de POWER METAL do mundo!

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22 de março de 2012

Baixista Fábio Honorio do Dark Avenged entrevista Marcus Siepen

 Confira a entrevista!

Fábio Honorio: O novo álbum do Blind Guardian acaba de ser lançado. Qual o resultado até o momento?

Marcus Siepen: Ainda não saímos em turnê para saber a resposta dos fãs em sua grande maioria. Pelo que ouvimos de pessoas mais próximas, o trabalho parece estar agradando. Isso nos deixa muito contentes e espero que essa reação seja geral entre todos os fãs da banda.
FH: A turnê de vocês começa dia 29 de março. Como é a vida em turnê? Muita coisa muda de uma turnê para outra ou é sempre a mesma coisa?
MS: Com certeza existe uma rotina em todas as turnês, mas sempre temos novidades também. Procuramos mudar as músicas de um show para outro. Não todas as músicas, mas algumas, apenas para não enlouquecermos tocando a mesma coisa por mais de um ano. Basicamente, temos os compromissos profissionais que envolvem a parte burocrática da banda, além das entrevistas, tardes de autógrafo e por aí vai. Mas, em geral, temos quase 20 horas livres por dia para sermos turistas e aproveitarmos uma determinada cidade e/ou local. Isso é bem legal, porque seria uma pena passar por tantos lugares interessantes e não conhecê-los um pouco mais.
FH: Vocês geralmente têm alguma pausa durante a turnê para descansar e ver a família?
MS: Sim. Definitivamente, isso é algo fundamental para uma banda, para os membros da banda manterem a sanidade. Geralmente, ficamos entre 16 e 18 meses longe de casa, então, precisamos estabelecer períodos com a família. É muito comum encontrarmos nossos familiares em determinada cidade que iremos tocar. Isso facilita bastante a logística de cada um (na banda). Minha esposa e meu filho costumam me encontrar em alguns shows e até festivais e isso me faz muito bem.
FH: Eu tenho duas perguntas de pessoas que apreciam o trabalho do Blind Guardian. Uma delas é a Ana Paula que, de fato, tem uma tatuagem do Blind Guardian. Isso demonstra que a banda tem uma grande importância na vida dela. Primeiramente, como você se sente sabendo que sua música influencia as pessoas e, muitas vezes, muda a vida de alguém ou leva uma pessoa a tatuar o nome da banda?
MS: Wow! Isso é o melhor feedback que alguém pode ter! É maravilhoso! Saber que sua música mexeu com alguém a ponto dessa pessoa tatuar o nome da banda, isso me causa arrepios. É inacreditável e a maior recompensa que um músico pode ter.
FH: A pergunta dela é:
O álbum A Twist in the Myth marca a estreia do baterista Frederik Ehmke, ocupando o posto deixado por Thomas Stauch. O que a entrada dele na banda trouxe de novo nas composições, na musicalidade da banda?
MS: Frederik tem o estilo dele e trouxe características que ajudaram no som da banda. Ele procurou respeitar o que Thomas havia feito, interferindo sutilmente no trabalho do Thomas. Composicionalmente, a influência do Frederik é pouca. Ele não se envolve muito neste processo da banda. Não vejo muitos bateristas participando nas composições das bandas. O mais importante foi a relação pessoal e o carisma que ele trouxe. É mais importante ter alguém fácil de lidar ao seu lado do que ter um grande instrumentista com um temperamento difícil. Alguém que seja complicado de lidar.
FH: A outra pergunta é do Mário Linhares, vocalista da banda de heavy metal brasileira Dark Avenger e que também estará no Metal Open Air:
Como se pode notar claramente o Follow The Blind é bem diferente do Imaginations from the other side que, por sua vez, é bem diferente do Nightfall in Middle earth, que é bem diferente do At The Edge of Time, que incorpora muitos elementos de orquestra. O Blind Guardian é uma banda que sempre explorou várias vertentes e formatos em suas músicas e seus álbuns, mostrando uma evolução do trabalho da banda de um metal tradicional mais simples para músicas mais elaboradas com muita incorporação de elementos sinfônicos. O que pode vir depois disso? Onde você acha que a banda pode chegar em termos de inovação musical?
MS: Hummmm... Não sabemos para onde iremos, mas definitivamente será algo novo. Sempre fizemos e faremos questão de mudar em relação ao trabalho anterior. É importante para o nosso crescimento e para a sobrevivência da banda, não só entre nós (membros), mas entre os fãs. É extremamente saudável sair dessa zona de conforto.
FH: No álbum At The Edge of Time podemos perceber várias músicas orquestradas, assim como em algumas músicas de outros álbuns. Sacred Worlds apresenta uma orquestração muito bem elaborada. Qual a influência da música clássica na música de vocês?
MS: Ela é muito presente em At The Edge of Time, mas não é algo que faça parte do nosso cotidiano. Ela surgiu como uma ideia interessante e algo que gostaríamos de fazer nesse disco. Fomos lá e fizemos. O resultado nos agradou bastante.
FH: Música clássica fez parte da sua formação musical?
MS: Não. Eu certamente já ouvi e possuo alguns CDs, mas não fui influenciado musicalmente pela música clássica.
FH: Algum gênero musical de preferência?
MS: Não nenhum. Seja metal, rap, funk, pop, blues... Se for bom eu não terei preconceito algum em ouvir. Mas precisa ser coisa boa.
FH: Ouvi dizer que você é um skatista... (gargalhadas)
MS: As pessoas vivem me perguntando isso. Vou esclarecer: eu nunca andei de skate. Meu filho anda de skate e um dia perguntou se eu não gostaria de andar também. Me empolguei com a ideia e resolvi acompanhá-lo. Após algumas tentativas eu caí e quebrei minha perna. Depois disso eu nunca mais me arrisquei a subir em um skate. Podemos dizer que minha carreira de skatista durou duas horas (gargalhadas).
FH: Qual a sua opinião sobre o download de músicas?
MS: Eu não sou contra o download de músicas. Acredito que seja uma forma importante e eficaz de divulgar o trabalho de uma banda. Certamente muitos fãs do Blind Guardian baixam as músicas da banda, muitos outros compram os CDs. Muita gente não conhece a banda, baixa um disco, gosta e vai atrás do CD. Ou apenas fica com o disco que ele baixou. Eu não concordo com aqueles que baixam músicas aos milhares simplesmente para tê-las no computador e contar vantagem por aí dizendo que tem centenas de músicas no computador de graça. Gravar um disco leva muito tempo e consome muito dinheiro. Quando alguém baixa uma música, está prejudicando uma fonte de renda da banda e, se isso for feito por muita gente de forma indiscriminada, a tendência é vermos a "morte" de muitas bandas. De qualquer forma, eu não me oponho ao download desde que seja como forma de conhecer a banda ou sem a intenção de lucrar ou simplesmente baixar.
FH: Vocês têm muita experiência em grandes festivais. Quais são as expectativas para o Metal Open Air?
MS: Muito boas. As expectativas são ótimas. Estamos ansiosos para tocar no Brasil e reencontrar os fãs, além de ver alguns fãs pela primeira vez. Vamos ver muitas bandas boas e espero poder assistir alguns shows de bandas que farão parte do line-up do festival.

8 de março de 2012

Bardos invadem programa de TV alemã!

O Blind Guardian será o convidado do Programa de TV alemã  "TV Nachtfahrt ". O show é exibido em vários canais de TV alemães, como mostrado aqui .

O episódio com o Blind Guardian irá ao ar na sexta-feira 09 de março e  estará disponível on-line nasegunda-feira 12 de março. 




3 de março de 2012

7º e Último Episódio da Guardian TV Disponível (traduzido)

Olá Bardos!!!

Prontos para mais perguntas e respostas com os Bardos?

Então, como prometido, segue o 7º e último episódio da Guardian TV, devidamente traduzido!

Fiquem bem e comportem-se no final de semana! ;)

Enjoy it!


Blind Guardian TV – sétimo e último episódio (traduzido)

Sobre as turnês e o próximo álbum

“Memories Of A Time To Come” será suficiente para a realização de uma nova turnê?

Marcus: Eu acho que se analisarmos bem as faixas que compõem esse álbum, eu diria que 95% das canções nós já tocamos nessa turnê, então...(risos). Eu acho que se alguém quiser chamar essa da melhor turnê que já fizemos pode chamar. Na próxima vez continuaremos tocando essas e outras músicas.

Frederik: Isso se torna natural, como já mencionei, nós colocamos nossas canções favoritas nesse novo álbum. E, tanto nele quanto em um show ao vivo, eu acho que há um bom equilíbrio, pois há canções de todos os álbuns e, claro, as melhores canções que o público quer ouvir. Então, torna-se natural que um show nosso venha a ter as mesmas faixas que estão no álbum.

Vocês têm planos para um próximo álbum de estúdio?

André: Nós estamos trabalhando em novas músicas, começamos a escrever alguma coisa, mas, tudo ainda está em aberto. Ainda não temos uma direção definitiva, estamos coletando material, tentando coisas novas e em busca de novos elementos. Estamos trabalhando nisso, mas, no início é realmente muito difícil e demanda muito tempo. A partir do momento que você já tem algumas canções prontas, aí o processo de produção acelera. Mas, no começo você precisa organizar o básico de cada idéia e isso realmente demora. Ainda estamos nessa fase.

Remixar as canções antigas trouxe inspiração para futuras composições?

Hansi: Bom, remixar as canções com certeza trouxe de volta grandes lembranças e claro, também algumas qualidades e características que não lembrávamos. Mas, em nossa carreira, nós viemos aprimorando tais características. Então, eu não diria que as canções do passado tiveram, necessariamente, um grande impacto no novo álbum. Elas sempre tiveram certo impacto porque nós já as tocamos ao vivo e elas trazem uma nova energia para a Banda sempre que as tocamos, mas, além disso, diria que foi apenas uma nova situação trabalhar com a remixagem delas.

A pergunta final vocês devem ouvir quase todo tempo. Como está o andamento do Projeto Orquestrado?

Hansi: Bom, nós já falamos disso muitas e muitas vezes, sobre o álbum orquestrado. E ele já está na agenda por mais de 13 anos, mas, nós ainda não podemos dizer exatamente quando será lançado. O que posso dizer é que estamos bem mais próximos de finalizá-lo do que há dois anos, mas isso não significa que, necessariamente, tal álbum será lançado nos próximos dois anos. Nós decidimos trabalhar no álbum orquestrado e, ao mesmo tempo, na produção de nosso álbum regular. Mas eu diria que há grandes chances do projeto ser finalmente lançado nos próximos três ou quatro anos. (risos)


Dica do Vir: adiante até 06:47 para conferir os erros de gravação da Guardian TV.


Tenham um ótimo final de semana meus caros!

And Then There Was Silence...

2 de março de 2012

"Memories Of A Time To Come" Versão Vinil

O álbum  "Memories Of A Time To Come", está sendo lançado em uma box-set contendo quatro LPs, via Nuclear Blast Records.
São duas versões: em vinil colorido e convencional. Contudo, as edições são limitadas em 200 cópias.


Camisa BGBrasil

Idéia inicial da camisa.



 Boa noite galera, pra quem acompanha nossas redes sociais, estamos fazendo nosso orçamento para fazermos nossa camisa do BGBrasil, aqueles que se interessaram e desejam adquirir o mesmo, preencha o formulário abaixo, através do mesmo, entraremos em contato com os valores da camisa e do frete, precisamos do formulário para termos idéia de quantas camisas iremos mandar fazer.


Modelo 01 (valor acessivel)
O orçamento da idéia inicial ficou muito caro, pois a mesma tem duas imagens, uma na frente e outra no verso, e a gráfica informou que com apenas uma imagem ficaria mais barato, então fiz mais dois modelos, observem a LEGENDA das imagens.

ESCOLHA O MODELO NA ENQUETE FEITA NO FACEBOOK.






Modelo 02 (valor acessivel)