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Blind Guardian em Curitiba - 2015, camarote Blind Guardian Brasil.

Saiba o que rolou no show de Curitiba/PR em 2015.

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15 de janeiro de 2012

Guardian TV – segundo episódio (tradução)

Após todos esses anos, qual é a opinião de vocês sobre “A Night At The Opera”?

Hansi: Eu acredito que “A Night At The Opera” é um de nossos álbuns mais fortes. Foi um álbum que exigiu muito tanto em produção quanto gravação. É um álbum exigente. Mas ele contém algumas das canções mais fortes que nós já escrevemos. Para algumas pessoas isso pode ser demais porque há muitos “overdubs”*, há muita informação musical no geral. Mas, para nós, essas eram coisas imprescindíveis a se fazer após o “Nightfall In Middle-Earth”, que foi um álbum espetacular, para encontrar um caminho diferente que mais tarde se tornou essencial no “A Twist In The Myth” ou “At The Edge Of Time”, onde o caminho que tomamos se tornou mais óbvio. Eu acredito que “A Night At The Opera” é um álbum subestimado e muito artístico que as pessoas vão continuar gostando daqui dez ou vinte anos.

*técnica de gravação que consiste em adicionar novos sons a uma gravação já anteriormente realizada

Existe alguma música que nunca foi lançada?

Hansi: Nós compomos muitas canções. A maioria delas é lançada nos álbuns. Há um número muito pequeno de músicas que nós decidimos não lançar. Basicamente, a maioria delas foi escrita para o “Nightfall In Middle-Earth”, algo como duas canções faltando que nós começamos a produzir, mas nunca terminamos. E elas podem ser lançadas no futuro.
Durante as sessões de gravações de “Imaginations From The Other Side”, nós gravamos uma música chamada “Systems Failing”, gravada originalmente por Michael Schenker Group. Nós nunca terminamos essa também. E, além dessa, eu diria que pode haver alguns fragmentos, algumas partes de músicas que não usamos e gravamos, mas não músicas completas, que nós ainda temos em algum lugar sobrando.

*AND THEN THERE WAS SILENCE REGRAVADA*

Por que vocês nunca tocam o final de “And Then There Was Silence” ao vivo? (“Still the wind blows, calm and silente...”) É um dos trechos mais épicos já escritos, da música mais épica! Então por quê?

Frederik: (ele fala!!!): Basicamente, em estúdio, a parte em que nós temos que diminuir gradativamente o som por aproximadamente dois ou três minutos, é feita de uma maneira que só podemos reproduzir em estúdio e não ao vivo. Então, para os shows, nós tivemos que fazer um final esmagador e explosivo e não como em estúdio. Então, nós tivemos de criar outro final para essa música.

Há algum tempo foi comentado, uma vez que as turnês terminassem, que as gravações ao vivo seriam analisadas para um possível lançamento. Qual é a presente situação disso?


Hansi: Durante as últimas turnês que fizemos nós gravamos a maioria dos shows. Alguns deles mesmo ao ar livre. Nós, então, temos o material e ainda estamos pensando na ocasião correta, no momento correto para outro álbum ao vivo ou outro DVD, isso veio à tona agora. Felizmente, nós gravamos o último show que fizemos no Wacken, esse pode se tornar o material essencial para um próximo disco ao vivo, no futuro.

Que estilo ou som vocês gostariam de explorar, mas não o fizeram ainda? Talvez uma inspiração não tão comum que venha de uma banda diferente, algum som que vocês gostariam de tentar.

Hansi: Desde o começo nós sempre tivemos diferentes tipos de inspirações. Então, nosso estilo mudou muito ao passar dos anos e isso certamente continuará no próximo álbum. Bom, a jornada nos dirá, atualmente nós não temos idéia do que virá. Eu tenho certeza que, novamente, nós poderemos usar mais arranjos com orquestras que no passado. Mas isso é apenas um palpite pessoal, nesse momento. Isso pode mudar no futuro, apenas devido à outra inspiração. Basicamente, depende das canções que estaremos escutando, nosso estado de espírito. E, no final, tudo é naturalmente colocado junto e a música surge. Nós apenas precisamos seguir a direção, de onde quer que ela venha.
André: Eu acho que há muito espaço para a criatividade nas canções de um álbum. Eu acho que fizemos isso no último álbum em canções como “Sacred” e “Wheel Of Time”. Essa foi a primeira vez que tentamos seguir a trilha sonora diretamente e eu gostei muito. Eu gostaria de tentar mais coisas assim.

André, você é o único membro que não trabalhou com outros músicos em projetos paralelos. Ao menos abertamente. Você tem planos relacionados?

André: Eu acho que não. Eu não gosto de trabalhar com outras pessoas (risos). É isso, eu gosto de trabalhar sozinho.

Vocês já pensaram sobre uma pequena turnê, com shows em pequenas localidades, ter de volta a intimidade com os fãs, ou vocês sentem falta de ter um público pequeno, porém muito entusiasta e fácil de agradar para estar mais perto deles?

Hansi: Nós, de tempos em tempos, temos que fazer shows em pequenas localidades, depende do país que estamos tocando. Então, nós estamos acostumados a essa maior intimidade nos palcos. E claro, seria muito bom fazer isso novamente em mais lugares, países como a Alemanha, por exemplo. Nós provavelmente faremos isso no futuro, mas para sermos sincero, nós não pensamos em fazer isso tão cedo.

14 de janeiro de 2012

Guardian TV Episode 2

2012 é o 25 º aniversário do Blind Guardian. Uma forma de celebrar esta ocasião especial é o lançamento de   "Memories of a Time to Come"  em Janeiro de 2012.
 Neste segundo episódio apresenta a banda  perguntas feitas por seus fãs no Facebook.


4 de janeiro de 2012

Curitiba em abril de 2012!

 O Blind Guardian divulgou através de seu site oficial que Curitiba será a cidade substituta na Brazilian Tour 2012. O show acontecerá no dia 25 de abril, no Moinho de Eventos na capital paranaense. O preço dos ingressos ainda estão para ser definidos.
Inicialmente o show seria realizado no Rio de Janeiro, mas depois de um desentendimento entre a casa de shows escolhida e a produtora do evento, a cidade foi oficialmente descartada.
O Blind se apresentará com a banda Grave Digger no dia 25 de abril no Moinho de Eventos (Curitiba-PR).

Fonte: Makila Crowley Excursões / Site Oficial do Blind Guardian

por: Aline Koball e Sara Leal

Guardian TV - primeiro episódio


Hail bardos! Bom... se lembram da enquete que o Blind Guardian fez no facebook há um tepinho atrás? Então, agora eles selecionaram as mais votadas para responder para nós! Confiram abaixo o primeiro episódio da Guardian TV, aonde Hansi, Marcus, Andre e Frederik nos contam mais sobre as tais perguntas.



*IMAGINATIONS FROM THE OTHER SIDE REMIXADA*

"Oi, aqui é o Andre, eu sou Hansi, eu sou Marcus, eu sou Frederik. Nós somos o BLIND GUARDIAN!

Hansi: está é a Guardian TV, confiram o que fizemos para vocês. Este é o primeiro episódio e outros virão... assistam! Nós agradecemos por participarem do nosso questionário no facebook, divirtam-se, aproveitem e até mais, tchau!

*MIRROR MIRROR REMIXADA*

Como vocês decidiram quais músicas iam ser regravadas para o Memories of a Time to come?
Hansi: bom, basicamente, nós decidimos escolher as músicas só por gosto. Houve uma discussão na banda para selecionar as canções que poderiam ser refeitas em um razoável intervalo de tempo e finalmente nós decidimos. And then there was silence foi um desafio para nós e as outras músicas seriam supostamente menos trabalhosas, assim que decidimos.

*TRAVELER IN TIME REMIXADA*

Vocês já pensaram sobre novas versões ao vivo de músicas como "Battlefield"?
Hansi:
sim, nós já pensamos sobre isso, mas consome muito tempo, então seria melhor perguntar em qual ocasião nós poderíamos fazer algo assim. Uma música como "Battlefield" poderia dar certo ou não, então essa nós faríamos apenas se tivéssemos tempo de fato.

*NIGHTFALL REMIXADA*

O quê vocês acham sobre outro festival do Blind Guardian?
Hansi:
outro festival do Blind Guardian tem estado em nossa mente por muito tempo. O problema é que organizar o festival leva muito tempo organizando a set-list e ensaiando. É por isso que descartamos a ideia por um tempo, pois primeiro vamos lançar o álbum orquestrado. Esta certamente é a melhor opção.

*VALHALLA REGRAVADA* OMG *-*

Existe algum show ou evento mais memorável nestes 25 anos?
Andre:
bom, para mim, um show muito legal nós fizemos no 40.000, 80.000 toneladas... 70.000 toneladas de Metal! *risos* *Eu não me lembro direito - Hansi*. Muitas toneladas de Metal em um cruzeiro, e ele estava indo para o Caribe ou era no Caribe, e tinha uma ótima atmosfera tocar no navio porque o palco não era estável, nós sempre tínhamos a sensação de que alguma coisa estava errada *risos*. Mas foi muito bom, um festival único que reunia muitas bandas boas de metal, tinha vários fãs legais e uma mistura das bandas com eles. No navio não havia separação entre bandas e fãs e foi isso que tornou esse festival muito especial e eu gostei muito.

*MIRROR MIRROR REMIXADA*

Como vocês elaboram as letras?
Hansi:
bom... nós começamos a escrever as músicas sem pensar muito bem sobre as letras em geral, mas existe uma certa direção que a música leva e se torna naturalmente fácil ir para esta certa direção, o tópico da letra, e em muitos casos é relacionada à fantasia porque é a língua que a música fala. Depois fica bem mais fácil para mim para escolher as histórias porquê eu ainda leio muito e fantasia ainda é o meu principal objetivo e minha obsessão, definitivamente.

*BRIGHT EYES REMIXADA*

O que vocês acham de um show com músicas que os fãs escolhessem?
Hansi:
para fazer um show com músicas completamente diferentes das que estamos acostumados a tocar poderia ser um pouco difícil, levaria (de novo) muito tempo para preparar estas músicas requisitadas pelos fãs em apenas um lugar. Para isso nós fizemos uma coletânea "as melhores" para tocar em qualquer lugar, também incluímos algumas músicas que mal tocamos. Por outro lado nós também pensamos que essa coletânea contém as músicas mais pedidas pelos fãs e é baseado nisso, que às vezes querem músicas diferentes. Satisfazer todos os pedidos é um pouco difícil, mas às vezes tocamos músicas como "The last candle" e "Somewhere far beyond" entre outras apenas porque as pessoas nos pedem.
Marcus: eu me lembro de uma coisa da última turnê. Tinha um post em uma página de um fã do Blind Guardian que as pessoas votaram qual seria a set-list deles e de 20 músicas que estavam lá, 18 nós íamos tocar de qualquer jeito... então nós parecemos saber do que as pessoas gostam de escutar.

E SABEM MESMO! Bom gente, foi isso. Estamos aguardando ansiosamente o próximo video com mais perguntas e respostas... e mais ainda o maravilhoso Memories of a Time to come, que tem tudo para estar PERFEITO.



BARDS WE ARE, BARDS WE WILL BE!

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28 de dezembro de 2011

Rio de Janeiro descartado da Brazilian Tour 2012.

Através de redes socias a Negri Concerts descartou oficialmente o Rio de Janeiro da Brazialian Tour 2012 do Blind Guardian. Anteriormente a mesma havia declarado estarem confirmados Rio de Janeiro e São Paulo para o tour em terras brasileiras, mas, no dia 22/12 a Negri postou via Orkut a nota esclarecendo o desacordo entre com a  'Fundição Progresso', o que  impossibilitou o show do Blind Guardian+Grave Digger para os cariocas.
De acordo com a Negri uma nova cidade para substituição será anunciada.

27 de dezembro de 2011

Curiosidades Blind Guardian Brasil

Olá Caros Bardos,
O Blind Guardian é fantástico mesmo e há sempre coisas inusitadas á seu respeito sendo descobertas, reuni neste post algumas curiosidades sobre os integrantes da banda. No próximo 'Curiosidades BGBrasil' trarei fatos sobre a banda em si e o início da cerreira.
Até Mais Guardiões. o/

Curiosidades BG Brasil Parte I

Hansi Kürsch:
• Hansi é casado e tem um filho.
• Quando adolescente entrou em sua primeira banda, Executor, como guitarrista.
• No Blind Guardian, Hansi tocou baixo por cinco álbuns.
• Em meados de 1999, Hansi iniciou com Jon Schaffer, guitarrista do Iced Eart, o projeto musical Demons & Wizards.
• Hansi já fez inúmeras participações especias , entre elas destacam-se: Gamma Ray - Farewell (1995), Edguy - Out of Control, Vain Glory Opera (1998), Therion - Flesh of the Gods (2000), Rage - Unity (2002, backing vocals only), Angra - Winds of Destination (2004), Van Canto - Take to the Sky (2008), Grave Digger - Rebellion (2011), etc.
• Hansi se baseou na obra ‘The Dark Tower’ escrita por Stephen King para escrever algumas letras do álbum “Touched by the Crimson King (2005)” do Demons & Wizards.
• Hansi planeja voltar a posição de baixista um dia. Sendo Oliver Holzwarth um músico convidado apenas.

Marcus Siepen:
• É divorciado e tem um filho do primeiro casamento.
• Um ávido skatista.
• Ele praticava skatismo antes dos shows.
• Em setembro de 2004, ele quebrou a perna em quatro lugares (graças ao Skate).
• Depois do incidente, fez um pacto consigo mesmo de nunca andar de skate novamente.
• Vendeu o skate do acidente no Ebay.

André Olbrich:
• Desde jovem já lecionava aulas de guitarra.
• André dava algumas aulas de guitarra no porão de casa.
• Conheceu Hansi através de um comercial do colégio onde estudavam.
• Thomen Stauch foi seu aluno, porém sua falta de talento com guitarras era extremamente notável.

Frederik Ehmke:
• O primeiro trabalho de Frederik com o Blind Guardian foi no single Fly.
• Ele também faz parte do grupo de folk metal Schattentantz.
• Além de ser o baterista, toca gaita-de-fole.

Até o próximo Blind Guardian Brasil Parte II 
\o/

26 de dezembro de 2011

Marcus Siepen no Wikimetal

Neste episódio o Wikimetal conversa com Marcus Siepen, um dos nosso guitarristas favoritos. O bardo conta histórias do Blind Guardian, entre outras coisas.

O episódio tem ainda participação do Iron Maiden e da banda nacional Divine Uncertainty.

24 de dezembro de 2011

The Bard's Song (In the Forest) orquestrada

Hail little bards! Neste Natal de 2011 o Blind Guardian resolveu nos presentear com uma nova versão de um clássico maravilhoso da banda, The Bard's song (In the forest).
"Foi uma noite antes do Natal e através do Twillight Hall, Santa Guardian e sua banda de elfos sombrios deram os últimos ajustes em um presente de Natal para todos os garotos maus e garotas más na terra do Blind Guardian. Santa Guardian pensou que seria injusto que "The Bard’s Song – The Hobbit" fosse regravada e "The Bard’s Song – In the Forest" não recebesse um tratamento especial também. Usando seu poder de persuasão, característica especial da banda, Santa Guardian "convenceu" a banda a fazer uma versão uma versão orquestrada de "The Bard’s Song – In the Forest" para ser incluído em Memories of a Time to Come. O presente do Papai Noel para todos os fãs do Blind Guardian é uma prévia de 95 segundos desta canção.



Toda a família Blind Guardian deseja a você uma feliz temporada de feriados. Nos vemos em 2012!"

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